Sejam bem vindos a este fantástico mundo!

Aqui compartilharei com vocês tudo que este pequeno ser apronta neste mundo de gigantes...kkkk!!
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sexta-feira, 16 de março de 2012



25 dicas para ele comer bem
Em geral, o bebê aceita bem as papinhas, doces e salgadas. Mas, depois de um ano, tem o paladar mais desenvolvido (e seletivo). É um momento delicado e, dependendo de muitos fatores, entre eles, o grau de expectativa de vocês, será uma criança que vai se alimentar sem problemas. Ou usará a comida, mesmo sem perceber com clareza, como forma de chamar a atenção e ter suas vontades prontamente atendidas.


Antes de tudo, um prazer
Esqueça o sentimento de fracasso se o seu filho não é propriamente um glutão. Até porque o apetite e a saciedade variam de pessoa para pessoa. Aí, um dos perigos. Dependendo da personalidade, algumas crianças podem comer além de suas necessidades, para satisfazer a mãe, tornando-se candidatas fortes à obesidade. Outras, mesmo com fome, vão recusar o alimento, só para contestar a ordemrecebida.

Comer muito não é comer bem. Um cardápio equilibrado e bem orientado pelo pediatra é que tornará seu filho forte e sadio. Importante variar a oferta, apresentar sempre alguma novidade, até para não cansar. Claro que o sabor também faz a diferença. Sal na medida certa, temperinhos naturais e um prato bem apresentado só vão atrair a criança para a mesa.

Respeite os casos de doença. Nessa fase, ninguém sente mesmo tanta fome. Ofereça muito líquido: sucos, vitaminas, sopinhas. Aí, sim, pode liberar o lanchinho fora da hora, os biscoitos a mais, um sorvetinho extra; deixe que ele coma o que tiver vontade. Logo, logo, vai melhorar e voltar ao ritmo normal.


Para dar água na boca
1) Sirva as refeições sempre no mesmo horário. Com isso, o organismo se habitua e passa a ter um ritmo diário.

2) Não insista se, por algum motivo, determinadas vezes, ele não quiser comer na hora estabelecida. Pouco depois, certamente, a fome virá.
3) Cozinhe os alimentos até que fiquem bem macios. É mais fácil para mastigar.
4) Não encha muito o prato. Sirva pequenas porções para que ele possa repetir, se quiser.

5) Mais do que o adulto, a criança come com os olhos. Torne o prato mais atraente e ela se sentirá mais motivada. Experimente desenhar uma carinha no prato: o rosto pode ser de arroz, os olhos, de feijão, o nariz, de cenoura, e a boca, de tomate. Para fazer o cabelo, coloque um pouco de alface cortadinha.
6) Em geral, eles recusam as folhas. Que tal usar cortadores de doces e biscoitos (aqueles em forma de estrela, lua, círculo, balãozinho) na hora de servi-las?
7) Também costuma funcionar: cortar as folhas e fazer um molho gostoso. A criança pega, uma a uma e passa no molho.
8) Tire proveito das cores dos alimentos. Que tal desenhar um arco-íris, com o tomate, a cenoura, vagem, batata, etc?
9) Na hora do lanche, varie o tipo de pão e prepare sanduíches cortados em forma de coração, estrela, o que você quiser. Use a criatividade.
10) Além do alimento, o próprio prato pode ter um design diferente: em forma de bichinho, fruta, barquinho. Em vez de comprar um todo liso, escolha modelos com estampas também ligadas ao universo infantil.
11) Prepare uma refeição em que todos os elementos sejam redondos, ou compridos, ou quadrados. Por exemplo, combine almôndegas com anéis de macarrão e ervilhas.
12) Com as frutas, é bem mais fácil. Tanta variedade de cores dá para fazer uma salada colorida e muito atrativa. Se quiser, cubra com uma bola de sorvete.
13) Outra alternativa: corte-as em pedacinhos e coloque em uma taça. Encha uma outra com iogurte e peça a seu filho que mergulhe as frutinhas no molho.
14) Difícil comer brócolis ou couve-flor, mesmo chamando de florzinha? Não perca tempo. Derreta um queijinho sobre eles. O sabor é outro. E a aparência também.
15) O leite é rico em cálcio, mas nem toda criança gosta. Se for o caso, misture leite em pó quando fizer ovos mexidos, sopas, ou sirva-o em frutas amassadas, como a banana.
16) Queijo quente faz sucesso, sempre. Aproveite para acrescentar um pouco de espinafre refogado bem picadinho no sanduíche. Quem sabe, ele gosta?
17) Pizza, quem resiste? Sobre a massa, salpique vegetais de cores diferentes, em tiras, e cubra com bastante mozarela.
18) Ao preparar purês de vegetais ou legumes, adicione manteiga e queijo ralado à receita. Dá um sabor a mais.
19) Quando oferecer sorvete, enfeite com pedacinhos de frutas. Pode, também, fazer um sundae, misturando iogurte batido com pedaços de frutas de cores variadas e cubos de gelatina durinha.
20) Incentive seu filho a conhecer alimentos diferentes. A melhor tática é servi-los junto com um dos pratos preferidos deles.
21) Fazer o cardápio junto com a criança pode ser uma forma de despertar o seu gosto pela comida. Peguem várias revistas com fotos e desenhos de alimentos, recortem e colem em folhas separadas, uma para cada dia da semana. Fica parecendo um menu de restaurante, mais bonito ainda.
22) Outra idéia: convide-a para ajudar você no preparo das refeições. Sempre haverá alguma coisa que ela possa fazer, além de funcionar como inventivo para despertar o interesse pela comida.
23) Seu filho almoça sempre na sala? Dê uma variada. Leve sua cadeirinha para a varanda, a copa, a área. Mude o ambiente, de vez em quando. Também vale improvisar, por exemplo, promovendo um piquenique dentro de casa, com direito a toalha xadrez, cestinha e todo mundo sentado no chão.
24)  Você não precisa fazer teatro. Mas algumas brincadeiras funcionam muito bem. Por exemplo, ao dar a comida, comente coisas do tipo: “Esta é a vitamina preferida do Mickey”, “Não vê como o Popeye fica forte depois que come espinafre?” “A Pequena Sereia adora essa sopinha!” Uma outra idéia é distribuir os alimentos em potinhos numerados. Para comer o número dois, antes tem que comer o um e assim por diante.
25) Bebês adoram comer com as mãos. Mas, sempre que possível, dê a ela uma colher, mesmo que faça bagunça. Dessa forma, ela já vai desenvolvendo a coordenação motora.

O que o bebe de 7 meses faz

Pula, pula 

O bebê consegue apoiar o peso nas pernas por curtos períodos e adora pular. Além disso, ele provavelmente senta sem apoio (o que libera suas mãozinhas para explorar o mundo) e já tenta virar quando está nessa posição para pegar algum objeto. Algumas crianças, quando colocadas de bruços, chegam até a estender os braços para se sentar sozinhas. 

Aprendendo a segurar 

A chamada coordenação motora fina do seu bebê também está se aprimorando. A esta altura, ele provavelmente passa coisas de uma mão para a outra com facilidade e pode até conseguir segurar um copinho especial para crianças com as duas mãos juntas (e seu auxílio). Em pouco tempo, você vai reparar que o barulho em casa aumentou, não só porque o bebê emite mais sons, mas também porque ele terá descoberto a graça de bater uma coisa na outra. 

Para ajudar no desenvolvimento da coordenação motora fina, coloque um brinquedo ou algo interessante fora do alcance do bebê e observe como ele vai tentar pegá-lo. Se por um acaso seu filho começar a chorar porque não consegue alcançar, continue a encorajá-lo com tranquilidade, sem, contudo, entregar o objeto. A criança está simplesmente expressando frustração e vai acabar se tornando mais confiante em termos físicos se você não facilitar demais as coisas. Depois de algumas tentativas, o bebê vai se inclinar e, em seguida, voltar à posição inicial. Isso plantará uma semente para que ele comece a se balançar para a frente e para trás sobre as mãos e os joelhos, num incentivo para engatinhar ou rolar para se locomover por conta própria. É bom que a criança esteja usando roupas confortáveis para facilitar tarefas como essa. 

Dentição 

Embora a dentição do bebê possa já ter se iniciado (na média, esse processo começa com 5 ou 6 meses de idade, mas pode ocorrer somente aos 12, dependendo da herança genética), provavelmente agora você vai visualizar os dois dentes incisivos inferiores, depois os superiores e, posteriormente, os dois laterais. E não se espante, nem se preocupe, se a sequência do nascimento dos dentes não for a "tradicional" ou se entre alguns dentes ficar um espaço; muitas vezes, os dentes irrompem a gengiva em ângulos esquisitos, ocasionando tais espaços, que tendem a diminuir após todos os 20 dentes-de-leite terem aparecido. Com a dentição, esteja pronta para ainda mais baba e sons novos, à medida que seu filho se adapta às novidades na boca dele. 

Autoridade em xeque 

Você já deve ter se pegado explicando para seu filho que telefone não é brinquedo. Nesta fase, a criança começa a testar a autoridade dos pais, recusando-se por vezes a cumprir o que lhe é dito. Quando ela reage negativamente, não ache que está sendo desobediente ou teimosa -- está apenas curiosa. A curiosidade é um importante instrumento para o aprendizado e deve ser sempre estimulada. Outra coisa é que a memória dela às vezes só dura alguns segundos. A melhor tática é falar "não" e depois distraí-la com outra atividade. 

Início da "ansiedade de separação" 

Se o seu bebê demonstra certa ansiedade quando está longe de você durante o dia, isso aumenta mais ainda na hora de dormir. Quando acorda durante a noite, mesmo que brevemente, seu filho sabe que você está por perto e não hesita em tentar chamar sua atenção. Você provavelmente fica dividida entre a vontade de reconfortá-lo ou levá-lo para a sua cama e a preocupação com aquelas famosas teorias de que agindo assim você vai "estragá-lo". A verdade é que dar colo para a criança de vez em quando -- não sempre -- não faz mal a ninguém. Quando a ansiedade de separação estiver menos intensa, você pode tentar ensiná-la a dormir sozinha de novo. E há famílias que optam por dormir sempre todo mundo na mesma cama. Se a decisão agradar a todos os envolvidos, é sempre uma possibilidade, mesmo indo contra a orientação de boa parte dos profissionais (psicólogos, psiquiatras e pediatras) no Brasil. 

A relutância do bebê em se separar de você pode até criar uma sensação boa, de confiança, mas também traz problemas para você. Assim, para que você consiga fazer outras coisas quando está em casa, experimente ter por perto uma caixa com os brinquedos do seu filho, a fim de mantê-lo um tempinho distraído, mas por perto, enquanto você faz o que precisa. 

Captando a mensagem 

O bebê participa ativamente de brincadeiras de esconder, além de perceber sutilezas no tom de sua voz. Ele poderá até abrir um berreiro se você for mais ríspida. 

Compreensão de como os objetos se relacionam 

Seu filho está começando a entender a relação de um objeto com o outro em um espaço tridimensional. Com essa habilidade, ele passa a observar os brinquedos e consegue agrupar bloquinhos por tamanho, por exemplo. Se ele estiver olhando num espelho e de repente você aparecer por trás, é provável que se vire, em vez de achar que você está dentro do próprio espelho. 

Você já deve ter reparado que a simples brincadeira de esconder seu rosto com as mãos e depois dizer "Achou!" é fascinante para o bebê. Ele adora que pessoas ou objetos apareçam e desapareçam. Um ótimo jeito de manter seu filho de 7 meses ocupado é esconder algo embaixo de um pano para que ele possa descobrir. 

Desenvolvimento pela brincadeira 

As crianças gostam de situações previsíveis, por isso seu filho se diverte com infinitas repetições da mesma coisa. Além de brincadeiras de esconder (veja acima), tente estimulá-lo também com interações como a contagem dos dedos a partir do "dedo mindinho, seu vizinho...". 

Nesta fase, os bebês costumam gostar de bichos de pelúcia de qualquer tamanho. Um deles provavelmente vai acabar sendo o objeto de segurança "eleito" (chamado de transicional, em termos técnicos) e, em pouco tempo, ficará coberto de baba. Ao comprar novos bichos para a coleção do seu filho, procure os mais macios, bem costurados e de preferência laváveis. Outros bons brinquedos para esta etapa do crescimento são bolas, cilindros que se encaixam um no outro, caixinhas com objetos que pulam para fora quando abertas e bonecos grandes. 

Há bem pouco tempo era fácil tirar um brinquedo das mãos do seu bebê, mas agora essa tarefa fica mais complicada, e ele poderá protestar em alto e bom som. 

Será que o desenvolvimento do meu filho é normal? 

Lembre-se, cada bebê é de um jeito e atinge certos marcos de desenvolvimento físico no seu próprio ritmo. O que apresentamos são apenas referências de etapas que seu filho tem potencial para alcançar -- se não agora, em pouco tempo. 

Fonte: Babycenter

7 meses de pura gostosura

É chegamos ao 7° mevesário, 7 meses de noites mal dormidas, banhos corridos, casa que não para arrumada, atenção redobrada, novas descobertas sobre ela e sobre mim, paciência testada a cada birra..kkk,,  Discovery kids, rombo na conta bancaria e muitas outras coisas, mas mesmo assim sou louca por você Ester.Parabéns por mas um mês de vida

terça-feira, 13 de março de 2012

Ester engatinhando!


12/03/2012 o dia oficial em que Ester começou a engatinhar, depois de muito treino e balanço e uma mamãe bobona gritando "Filha você consegue",ela finalmente conseguiu.Ainda Está devagar mas sei que logo isso vai mudar, por isso já tirei as coisas da estante que ficavam no baixo para não ser paga de surpresa. Parabéns filha por mas uma conquista!


Agora, eu quero engatinhar!
Aos seis meses, depois de conseguir se virar de bruços e com a coluna vertebral e os braços mais fortalecidos, seu filho está preparado para engatinhar. O processo já havia começado, desde que você o colocou para brincar no chão, incentivando que se movesse, rolasse, exercitasse novas habilidades motoras. E logo aconteceu: um belo dia, virou a barriguinha para baixo, apoiou mãos e joelhos e empinou o bumbum. Depois, levantou a cabeça, olhou em volta e saiu pela casa.


Um jeito próprio

Cada criança, um estilo. Algumas começam sentadas e, de repente, se jogam para a frente. Outras se movem alternando braços e pernas ou rolam para a frente, sobre a barriga, até sair do lugar. Assim, exercitam o equilíbrio corporal, sem apoio, fazendo uma preparação natural para a marcha.


Novas conquistas

Engatinhar estimula o amadurecimento do mesencéfalo, uma região do cérebro que participa da realização dos movimentos. Com o deslocamento do bebê, os dois hemisférios cerebrais, que abrigam os feixes dos músculos e nervos, passam a trabalhar unidos. Até aqui, este é o processo mais importante no desenvolvimento da atividade motora e cerebral. Alguns futuros desafios, como andar e correr, vão depender muito de como seu filho passou por esta etapa


Acompanhe, de perto

Observe enquanto ele circula pela casa e confira se está: exercitando a sustentação vertical da cabeça, que se move em todas as direções, segundo os estímulos visuais e auditivos recebidos; desenvolvendo a fixação do olhar; trabalhando os músculos dos braços e das pernas; exercitando o movimento de preensão da mão; desenvolvendo o ritmo corporal.


Mas até conseguir...

São muitos os ensaios. Quantas vezes a criança estica os bracinhos e encolhe as pernas, impulsionada somente pelos reflexos. Até que, finalmente, seus músculos passam a ser comandados pelo cérebro, e ela, poderosa, executa os movimentos desejados. É claro que, nessas horas, os pais temem que se machuque, bata a cabeça, torça o pé.

Ao contrário, o momento exige muita calma. Deixe que seu filho ganhe domínio corporal e auto-confiança. Ao engatinhar, percebe as funções e capacidades das mãos, pernas e, também, a possibilidade de coordenar todo o corpo.


Alguns cuidados

Espaço livre é tudo o que ele precisa: sem pisos escorregadios e obstáculos, como mesas com tampos de vidro ou toalhas compridas, quinas pontiagudas, objetos cortantes, plantas venenosas, frascos de remédios, produtos de limpeza, tomadas descobertas, circuladores de ar, aquecedores, etc.

Bebê no chão, roupinha confortável e, de preferência, mais velhinha, pronta para o que der e vier. O adulto fica na supervisão, mas não precisa interferir. E nem se preocupar se ele se sujar. Nada que um bom banho não resolva.

Ester teclando!!

Ester e seu novo brinquedo